Dando continuidade à lista de fobias, hoje vão as que começam pela letra B. Boa leitura!!
Bacilofobia - medo de micróbios Bacteriofobia - medo de bactéria Balistofobia - medo de mísseis Basofobia ou basifobia - medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)
Batofobia - medo de profundidade
Batonofobia - medo de plantas Batofobia - medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos
Batracnofobia - medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.) Belonefobia - medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia) Bibliofobia - medo de livros Blennofobia - medo de limo ou coisas viscosas Bromidrosifobia ou bromidrofobia - medo do cheiro do corpo Brontofobia - medo de trovões e relâmpagos Bufonofobia - medo de sapos
Hoje é comemorado o centenário de morte do maior escritor que já nasceu e viveu neste Brasil de meu Deus: Machado de Assis. Sendo assim, parafraseando o mestre, publico aqui um minuto de silêncio:
Lembram daquele personagem do desenho dos Flintstones, o Uruca? Sempre que ele aparecia algo ruim acontecia. Pois então, hoje acho que acordei e passei o dia com ele. Quem dera eu tivesse ficado na cama o dia inteiro, assim não teria me incomodado tanto. Para ilustrar o que estou sentindo, segue uma tirinha do impagável Condorito, personagem pra lá de irreverente, importado diretamente do Chile para vocês. Beijos e até mais!!
Após longa e exaustiva pesquisa (depois de meia dúzia de cliques no "mouse" fico imprestável) descobri uma lista muito bacana com as mais estranhas fobias que um ser humano pode inventar de ter. Vou publicá-las aos poucos, pois são muitas. Hoje vão as que começam com A. Boa leitura e cuidado...
Ablutofobia - medo de tomar banho Acarofobia - medo de coceira ou de insetos que causam coceira
Acerofobia - medo de coisas ácidas Acluofobia - medo de escuro ou escuridão Acrofobia - medo de altura
Acusticofobia - medo de barulho Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas Aeroacrofobia - medo de lugar aberto e alto Aeronausifobia - medo de vomitar (quando viaja de avião) Agliofobia - medo de dor
Afefobia - medo de ser tocado
Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos (mercados, shopping, supermercados) ou deixar lugar seguro Agrafobia - medo de abuso sexual Agrizoofobia - medo de animais selvagens Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas
Aicmofobia - medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos
Ailurofobia - medo de gatos Albuminurofobia - medo de doença renal
Algifobia - medo de dor Aliumfobia - medo de alho Alodoxafobia - medo de opiniões Altofobia - medo de alturas Amatofobia - medo de poeiras Amaxofobia - medo de dirigir carros Ambulofobia - medo de andar Amnesifobia - medo de amnésia Amicofobia - medo de coçar Anablefobia - medo de olhar para cima Ancraofobia ou anemofobia - medo de ventos Androfobia - medo de homens Anemofobia - medo de ventos Anginofobia - medo de engasgar Anglofobia - medo da Inglaterra, cultura inglesa, etc. Angrofobia – medo de tornar-se raivoso Anquilofobia - medo da imobilidade das juntas Antropofobia - medo de pessoas ou da sociedade Antlofobia - medo de enchentes Anuptafobia - medo de ficar solteiro (a) Apeirofobia - medo de infinito Apifobia - medo de abelhas Apotemnofobia - medo de pessoas amputadas Aracnefobia ou aracnofobia - medo de aranhas Aritmofobia - medo de números Arrenfobia - medo de homens Assimetrofobia - medo de coisas assimétricas Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza
Astrafobia ou astrapofobia - medo de trovões e relâmpagos Astrofobia - medo de estrelas e céu
Ataxiofobia - medo de ataxia (descoordenação muscular) Ataxofobia - medo de desleixo
Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado Atelofobia - medo de imperfeições Atefobia - medo de ruínas Atomosofobia - medo de explosões atômicas Atiquifobia - medo do fracasso Aurofobia - medo de ouro
Autodisomofobia - medo de alguém com cheiro horrível
Autofobia - Medo de ficar só ou sozinho Automatonofobia - medo de boneco do ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)
Automisofobia - Medo de ficar sujo Aviofobia ou aviatofobia - Medo de voar de avião
01. Uma viagem de cinco dias requer apenas uma mochila.
02. Conversas telefônicas acabam em 30 segundos ou menos.
03. Nada de filas para o banheiro.
04. Você consegue abrir as tampas dos potes.
05. Ao passear pelos canais da TV, você não tem que parar quando vê alguém chorando.
06. Todos seus orgasmos são verdadeiros.
07. Você não tem que carregar uma bolsa cheia de tralhas para cima e pra baixo.
08. Você pode ir ao banheiro sem um grupo de apoio.
09. Se seu trabalho é criticado, você não fica achando que todo mundo te odeia.
10. Você economiza tempo e dinheiro lavando a roupa de 3 em 3 semanas.
11. Fazer sexo não deixa você preocupado com sua reputação.
12. Se alguém esquece de convidar você para alguma coisa, é apenas um esquecimento, e não evidência de que odeiam você.
13. Você não tem que fazer a barba abaixo do pescoço.
14. Nenhum dos seus colegas de trabalho tem o poder de fazer você chorar.
15. Se você tem 34 anos e é solteiro, ninguém liga.
16. Chocolate é um alimento como qualquer outro.
17. Flores resolvem tudo.
18. Você não tem que se preocupar em 'ferir os sentimentos' dos outros a cada telefonema pronunciado.
19. Você consegue estacionar em vagas que têm menos de 2.5 vezes o comprimento do seu carro.
20. Ana Maria Braga inexiste no seu universo.
21. A revista 'Caras' inexiste no seu universo.
22. Você não tem compulsão de arrumar sua casa inteira em 15 segundos quando alguém toca a campainha.
23. Os mecânicos te dizem a verdade.
24. Você está se lixando se alguém percebe ou não que você cortou o cabelo.
25. Se você está assistindo a um jogo com um amigo seu e ele está no mais absoluto silêncio por 45 minutos, é porque o jogo está bom, e não porque ele está de mal com você.
26. O mundo é seu mictório. (verdade).
27. Você não depende do seu cônjuge para programar o videocassete.
28. Cera quente e suas partes íntimas estão sempre a uma distância respeitável.
29. Cabelos brancos e rugas somam charme.
30. Ninguém fica olhando para seu peito enquanto conversa.
31. Você tem um relacionamento absolutamente normal com sua mãe.
32. Você pode comprar camisinhas sem que o balconista faça aquela cara de 'visão de raios-X'.
33. Se você diz que vai ligar para um amigo e não liga, ele não fica choramingando, e os outros não formam um comitê para solucionar o problema.
34. Você não tem medo da velhice.
35. Você não tem que dispensar uma oportunidade de fazer sexo.
36. Filmes pornô são projetados especificamente para SUA mente.
37. Você não tem que se lembrar dos aniversários de casamento e nascimento de todo mundo.
38. Ter antipatia por ela não o impede de fazer sexo com ela . .
39. Quando se encontra com os amigos, você sabe que não vai enfrentar a frase 'Então, está notando algo diferente em mim?'.
40. Seus amigos não o obrigam a falar sem ter sobre o que falar.
41. A continuidade do Universo não depende da roupa de cama ser trocada todo dia.
42. Ter barriga não o impede de usar camiseta.
43. Você se diverte com listas politicamente incorretas na Internet que deixam elas espumando de raiva.
44. Quando elas fazem uma lista esculhambando os homens, você também se diverte.
45. Você não tem um chilique se acha a tampa da privada levantada - e se ela está abaixada você simplesmente a levanta.
46. Por mais imundo que você esteja, tomar banho e arrumar-se integralmente para sair leva apenas 7 minutos.
47. Você não precisa experimentar 9 vestidos para escolher 1 para sair.
48. Você percebe quando um pneu fura.
49. E um pneu furado não o coloca em pânico absoluto à espera do Apocalipse imediato.
Hoje o grande Freddie Mercury, se estivesse vivo, completaria 62 anos, mas
infelizmente ele se foi. Abaixo segue um dos grandes momentos de um
dos maiores nomes do rock mundial de todos os tempos. Aproveitem!
Porra!! Morreu o Waldick Soriano!! Minha vida não será mais a mesma!! Só falta agora eu ler a notícia da separação da Carla Perez, da aplicação de silicone na bunda pela mulher jabuticaba, da recaída do Maradona ou que a Adriane Galisteu deu pra mais um que, como todos, despachou-a antes mesmo de recolocar a calça.
Tá certo que o futebol apresentado não foi dos melhores, que o time dos bambis era reserva (nós estávamos sem 8 titulares), enfim, falem o que quiser, mas como o que importa no futebol é bola na rede, nós metemos 4 e eles só 3. E, até onde eu sei, 4 é mais que 3, portanto...
Agora só falta o Furacão deslanchar no Brasileirão também, afinal, se até os coxinhas estão entre os 8 mais bem colocados, é uma heresia que nós não estejamos.
Hoje comemora-se o dia do protesto, e em homenagem a tal data, digo que protesto contra a falsidade, mentira, traição. Protesto contra a falta de dinheiro e excesso de trabalho. Protesto contra a falta de tempo de ser quem somos.
MÚSICA PARA SEUS OLHOS E COLÍRIO PARA SEUS OUVIDOS
Hoje não vou escrever muito. Na verdade, quase nada, mas vou deixar minha marca. Cliquem aqui e desfrutem do que há de melhor da música mundial. O site é fantástico. Você pode ouvir, na íntegra, os melhores discos de todos os tempos, dos melhores intérpretes já nascidos neste e em outros mundos. Divirtam-se!!
Ah, já ia me esquecendo. Para quem gosta de LPB (Lixo Popular Brasileiro, ou seja, pagode, funk, sertanejo e afins), aconselho dar o fora, pois este blog (bem como o site citado) é só para quem tem bom gosto.
Usando as palavras do meu grande amigo, Dogman, um beijo na boca do estômago.
Aproveitem ao máximo o dia de hoje e, principalmente, a noite. Eu, bom de cama que sou, vou virar pro lado e dormir como um bebê. Mas para compensar, vou publicar um pequeno testículo e umas duas imagens sacanas em homenagem à data tão importante.
A loira doida para aparecer liga para uma emissora de rádio para responder a uma pergunta do locutor. — Como você se chama? — Darlene! — Muito bem. Darlene! Aqui vai a pergunta de hoje: Qual país que tem duas sílabas no nome e uma delas é uma coisa muito boa de se comer? — Ah! Esta é fácil! É Cuba! O locutor ficou mudo por alguns segundos e arrematou: — Errou... Darlene! Mas vai levar um prêmio pela criatividade. A resposta certa era: Japão!
ele não era exatamente o que se costumava chamar de um perfeito exemplar da raça felina, muito pelo contrário, era até bem insignificante, o coitado / mas como toda a regra tem sua exceção, esse caso não poderia ser diferente /
que ele era feio, não se discute / simpático? longe disso / educado? nem com as “negas” dele, inclusive, essas sofriam, pobrezinhas / mas como nem só de defeitos vive um ser felino, conto-lhes agora a sua maior qualidade: a voz!
esse inexpressivo representante da raça felina, que atendia pela alcunha de sartel, tinha uma voz prodigiosa, que lembrava, em certos momentos, a do grande bardo diamantix, um dos irredutíveis gauleses, que era, na verdade, um de seus ídolos /
sartel cresceu ouvindo diamantix / seu avô, que era um apreciador da boa música gaulesa, tinha todos os discos do bardo e ficava horas seguidas com o ouvido colado no seu magnífico gramofone do séc. xix / conseqüentemente, sartel herdou o bom gosto do avô /
sem se preocupar, acabou aprendendo a cantar / claro que aprendeu devido à skinner e seu reflexo condicionado, porque ali, a inteligência passou longe /
mas voltando ao texto: certa noite estava sartel no bar borrachos nunca más com um amigo, quando, pra lá de ébrio, começou a cantarolar o coro da 9ª de beethoven / o dono do bar, que não era nem um pouco desligado, percebeu a mina de ouro que tinha nas mãos e convidou-o para mais uma bebidinha /
depois de mais ou menos uma hora e trinta doses de nescau prontinho, sartel estava contratado como animador de fim de noite do bar borrachos nunca más /
um ano se passou e sartel continuava lá, firme. like a rolling stone /
eis que um belo dia, depois de 16 horas do mais puro ócio, bic ronaldinho, produtor musical e caçador de talentos, surgiu como que por encanto no borrachos nunca más, no exato momento em que sartel cantava a célebre entre ratos e peixes, da dupla sertaneja leão e leopardo / bic não pensou duas vezes, chamou o gato para fazer um teste de estúdio /
sartel não cabia em si de tanta alegria / no dia e horário combinado, lá estava ele com sua calça de couro de lagartixa e camisa de cornão verde com bolinhas da mesma cor /
feitos os testes, não deu outra: o gato ia gravar um disco / mas como já foi dito, sartel não tinha lá grande inteligência, portanto gravariam covers de duplas sertanejas, que eram a segunda paixão do gato bardo / dentre todas as conhecidas, elegeram-se as seguintes: pena preta & chevetinho, pênislongo & mosquitinho, mausoléu & catacumba, tangerina & vergamota, leão & leopardo e, finalmente, pitaunzinho & cheiraumpó /
após duas semanas trancado no estúdio, se alimentando só de whiskas sabor tainha na grelha, o disco ficou pronto e foi, por supuesto, um sucesso de vendas / das 500 cópias prensadas, foram vendidas 5000, um verdadeiro prodígio / sartel fez apresentações ao vivo por todo o país, inclusive na tal república dos pampas, lá no sul / a incansável horda de 5 fãs seguia firme, like a rolling stone too / eram eles: bic ronaldinho, o produtor; willie, o segurança; millie, a massagista; vinnie, o motorista e billie, o afinador de zabumba /
passados 180 dias de sucesso, sartel, após uma apoteótica apresentação na leiteira paulo kaminski, em curitiba, voltando para casa no seu possante fusca glsiep½, numa curva fechada da rodovia dos flamulantes, bateu numa placa luminosa, caiu nas margens do rio piedra e morreu, horas depois, de intoxicação alimentar causada pelos dois quilos de amendoim empanado que comera antes do show /
Pois é, um dia tinha que acontecer, afinal, tudo acontece alguma vez pela primeira vez. O primeiro choro, o primeiro dente, a primeira palavra, a primeira surra, o primeiro beijo, a primeira bronha, enfim.
Lembro perfeitamente do meu primeiro beijo, assim como lembro perfeitamente da primeira bronha. O beijo, que é muito mais interessante, ocorreu nos idos de 1978, quando o cadáver que vos ‘fala’ tinha apenas 8 aninhos, isso mesmo, 8 aninhos. E aconteceu assim:
Minhas irmãs (mais velhas) tinham umas amigas de escola que eram, acho eu, em cinco irmãs, sendo que a mais nova, a Silvinha (nome fictício para resguardar sua integridade), tinha a minha idade. Eis que a conheci. Foi amor à primeira vista, se é que posso dizer isso aos 8 anos. Mas o mais interessante é que elas moravam ao lado do Cemitério Municipal de Curitiba. Sabendo isso, bolei um plano. Toda vez que minha avó ia ao cemitério eu pedia para acompanhá-la, pois, assim, saberia qual ônibus pegar para chegar à casa de minha amada. Um dia, depois de saber qual ônibus pegar, onde pegar e onde descer, passei à segunda parte do plano.
Meu pai, que é um advogado de mão cheia, tinha seu escritório no mesmo andar do edifício onde morávamos, no centro de Curitiba. Como minha mãe trabalhava à tarde e eu ficava em casa, fui até o escritório de meu pai e disse à sua secretária que, se não me engano, se chamava Nadir, que iria até as Lojas Americanas (o que fazia com freqüência) para olhar os brinquedos. O que ela não poderia imaginar é que eu estava a caminho de uma de minhas melhores aventuras.
Saí de minha casa, que ficava na rua Carlos de Carvalho, fui até a casa da minha avó, na Dr. Muricy (na última quadra, quase na Visconde) para, então, ir para o ponto de ônibus (pois só sabia ir a partir da casa dela). Ah, e não esqueçam, eu só tinha 8 anos.
Pois bem, esperei o ônibus correto passar, fiz sinal, entrei, sentei no mesmo lado que sempre sentava com minha avó e fiquei ligado no momento certo de descer. Chegado o momento, pedi a um adulto para que puxasse a ‘cordinha’ e desci. Atravessei a praça e cheguei ao meu destino.
Ela já me esperava, pois havíamos combinado pelo telefone. Chegando lá, fomos brincar no quintal de sua casa que, para mim, era enorme! Bom, conversa vai, conversa vem, chegamos ao assunto mais esperado: se estávamos namorando, por que não nos beijávamos como todo mundo? No início ela relutou, mas eu insisti (não havia feito todo aquele esforço para morrer na praia). Ela fez jogo duro, mas ao final cedeu, e, num dos momentos mais felizes da minha existência, dei meu primeiro beijo na boca com direito a língua e tudo mais. Foi o êxtase!
Passado esse momento, o resto foi só alegria. Mas como alegria dura pouco, minha mãe acabou descobrindo que eu estava lá (a mãe da Silvinha telefonou para ela quando me viu lá, sozinho, com sua filhinha – imagina que perigo!) e foi me buscar. Tudo bem, pois já havia conseguido o que eu queria.
Em toda a história da humanidade, sempre houve perguntas que ficaram sem resposta. Abaixo seguem algumas que minha memória permite lembrar.
Como a água entra no coco? Por que os kamikazes usavam capacete? Por que pijama tem bolso? Se a lanchonete é 24 horas, por que tem fechadura na porta? Por que, em filme norte-americano, todo carro que bate explode? Por que, em novelas de televisão, sempre que alguém telefona para outra pessoa nunca dá ocupado e quem atende é sempre a pessoa com quem se quer falar? Por que, em filmes de terror, por mais que a mocinha corra, o assassino (andando) sempre a alcança?
P.S.: se você sabe de mais alguma pergunta que não quer calar, manda pra mim pelo comentário. É só clicar em "Comenta aí".
Acabei de chegar em casa. Depois de trabalhar a tarde toda, fui, depois de muitos anos, ao cinema. Fui assistir ao novo e comentadíssimo Batman. Sei que sou suspeito para falar, uma vez que tal personagem é meu ídolo de infância, mas o filme é simplesmente irretocável. Na minha modesta opinião, achei que, depois de Batman Begins, dificilmente fariam outro filme à altura do grande personagem que é, foi e será o maior de todos os heróis dos quadrinhos. Mas, sem dúvida, quem rouba a cena, mais uma vez, é o vilão da história. E quem é ele? Joker, o Coringa, o grande e maior inimigo do Cavaleiro das Trevas. O ator Heath Ledger destrói toda e qualquer possibilidade de haver outro que o supere na representação do grande vilão. Ele esteve simplesmente fantástico, sinistro e apaixonadamente louco, como nem mesmo o grande Jack Nicholson poderia imaginar. Fui obrigado, ao final do filme, a aplaudir de pé, sob os olhares reprobatórios dos demais presentes, mas que se danem todos, pois eles não sabem do meu passado, do quanto sempre admirei e continuo admirando o Homem-Morcego, meu herói da infância e de sempre!! É isso!!
todas as noites é a mesma coisa: depois de estudar pela manhã, trabalhar à tarde, voltar para casa, jantar e ver um pouco de televisão, vou para o meu quarto, acendo um cigarro e fico na janela / claro que não fico apreciando a paisagem, mesmo porque não há paisagem a ser apreciada/
no prédio que fica exatamente às 11:50 da minha janela (no terceiro andar), mora uma garota, moça, senhora, enfim, uma mulher / essa mulher vai para a varanda (ela é mais chique) do seu apartamento para também fumar o seu cigarrinho nosso de cada dia / o interessante é que parece que combinamos o horário, porque sempre que eu chego na minha janela, ela já está na sua varanda/
fumados, cada qual entra em seu respectivo lar com a certeza (triste certeza) de que só nos encontraremos novamente na noite seguinte/
várias vezes já me perguntei: - como será ela? bonita ou feia? nova ou experiente? loira ou morena? - faço essas perguntas pelo simples fato de sempre a ver por trás de uma cortina de fumaça (triste cortina)/
quando deito, fico construindo castelos de fumaça até não agüentar mais, então viro para o lado e durmo / vêm então os sonhos, ah! que sonhos...
ela acendendo o meu cigarro, eu acendendo o dela... eu fumando o dela, ela fumando o meu...
isso é que é sonho, o resto é estória pra boi dormir/
no dia seguinte tomo a decisão de falar com ela!
só tem um probleminha: seu nome / e o único jeito de descobrir é perguntando ao porteiro do prédio/
saio de casa pronto pro crime / chego na portaria, mostro o andar e a varanda ao porteiro e ele informa: apto. 301 / volto para casa, pego minha máquina de escrever e mando ver:
cara companheira de fumaça/
há muito tempo venho notando em seu olhar um profundo interesse em fumar comigo / faça cinco anéis de fumaça entrelaçados e confirme minhas suspeitas/
atenciosamente, o.j.
coloquei a carta num envelope de papel (leo)pardo e introduzi na caixa de correspondências dela/
quando anoiteceu, eu estava que não me agüentava de tanta excitação / quase não consegui comer/
televisão?
nem pensar!
o que eu queria mesmo era ver os cinco anéis dela entrelaçados no meu cigarro/
os minutos iam passando, o momento ia chegando e eu me descabelando/
eis que o big-ben toca as onze badaladas (santo inventor do relógio) / corro até a janela e vejo uma silhueta, uma sensual silhueta por trás daquela inconfundível cortina de fumaça / meu coração parece que vai sair pela boca, deixando aquele gosto amargo de fel / minha vista tenta me trair / meus joelhos tentam me enganar / meu cérebro tenta me ludibriar...
só depois disso tudo é que eu vi que faltava uma coisa: o meu cigarro, pois sem ele, como ela saberia que eu estava aqui? a distância é grande e a escuridão impenetrável/
impenetrável...? ah, tudo bem / você entendeu, não?
bem, voltando ao texto... lá estava ela, lindamente misteriosa (ou seria misteriosamente linda?) com seu belo vestido azul-calcinha, seu penteado à la sra. simpson (mãe do bart) e seu estonteante, inebriante, extasiante cigarro king size slims diet/
o tempo foi passando, o cigarro acabando e nada dos anéis / quando eu já não tinha mais esperanças, surgiu o primeiro / quase não acreditei / é isso aí, agora só faltam quatro, mas claro, eles têm que estar entrelaçados / poucos segundos depois, vieram o segundo, o terceiro, o quarto e, numa jogada de mestre, o quinto, que depois de alguns malabarismos, entrelaçou-se com todos/
eu não sabia o que fazer de tanta alegria / finalmente eu iria conhecer minha companheira solitária, minha cara-metade, minha alma-gêmea, a cara da minha coroa, o feijão do meu arroz, a cereja do meu sundae, enfim, a cobertura do meu bolo/
tomado de uma inexplicável ansiedade, coloquei a minha melhor roupa (calça jeans e camiseta) e saí, claro, sem esquecer o cigarro, elo de ligação entre batman e robin, fred e barney, piu-piu e frajola, batfino e karatê, pepe-legal e babalú, mickey e donald, cascão e cebolinha, etc/
ao chegar na frente da porta do apartamento 301, parei, pensei, refleti (havia um espelho na parede) e decidi: não me importo com o que vão dizer de mim, não me importo com o que pode acontecer à humanidade devido à minha decisão, mas a verdade é que vou parar de fumar...
Há exatos 24 anos, minha família e eu chegávamos a Florianópolis.
Há exatos 24 anos, sendo eu ainda um piá de Curitiba, falando leite quente, pedindo vina no açougue e mimosa na feira, cheguei a Floripa, Ilha da Magia, que me contagiou instantaneamente.
Floripa ‘da moça faceira’, ‘da velha figueira’, foi o local onde passei alguns dos melhores anos de minha vida, onde vivi bons e maus momentos, onde fiz meus grandes amigos e vivi grandes amores.
Com relação aos amigos, gostaria de citar alguns que, de uma maneira ou de outra, foram fundamentais na minha ‘catarinização’, uma vez que, mesmo sendo paranaense de nascimento, sou (e com muito orgulho) catarinense de adoção.
Andrey
Alessandro
Tia Neusa
Rafael
Juliana
Tia Vera
Gerson
Ernando
Cláudio
E saindo do âmbito amizade, gostaria, e não poderia deixar de fazê-lo, de citar o nome da pessoa mais importante que por estas plagas encontrei: Josiani, minha esposa, que deu o maior presente da minha vida: meus dois filhos, Rafael e Izadora.
A todos, sem exceção, meu muito obrigado e meu amor eterno.
Que possamos estar juntos por mais, pelo menos, 24 anos.
Soy brasileño, sí, pero soy algo español. Que lo diga mi abuelo. De esta manera, no puedo dejar de felicitar al seleccionado español por haber conquistado el título de la Euro 2008, justo sobre los alemanes. Fue estupendo, principalmente después de haber esperado 44 años para conseguirlo. Abajo sigue el himno de España para que podamos cantar todos juntos: !Viva España!
Viva España, alzad los brazos hijos del pueblo español, que vuelve a resurgir. Gloria a la patria que supo seguir, sobre el azul del mar, el caminar del sol. Gloria a la patria, que supo seguir sobre el azul del mar, el caminar del sol. Viva España, los yunques y las ruedas cantan al compás del himno de la fe. Viva España, los yunques y las ruedas cantan al compás, del himno de la fe. Juntos por ellos cantemos, de pie en la vida nueva, y fuerte de trabajo y paz. Juntos por ellos cantemos, de pie en la vida nueva, y fuerte de trabajo y paz. Viva España, alzad los brazos hijos del pueblo español, que vuelve a resurgir. Viva España, alzad los brazos hijos del pueblo español, que vuelve a resurgir. Gloria a la patria, que supo seguir sobre el azul del mar, el caminar del sol. Gloria a la patria, que supo seguir sobre el azul del mar, el caminar del sol.
Se ainda estivesse vivo, Raul Seixas estaria completando hoje 63 anos de pura loucura, poesia e irreverência. Não sou um profundo conhecedor do Maluco Beleza, mas o meu grande amigo Dogman, sim, com certeza. Inclusive arrisco dizer que foi ele quem me "apresentou" ao Raulzito. Abaixo segue uma das músicas que mais gosto.
Eu nasci há dez mil anos atrás
Um dia, numa rua da cidade, eu vi um velhinho sentado na calçada Com uma cuia de esmola e uma viola na mão O povo parou pra ouvir, ele agradeceu as moedas E cantou essa música, que contava uma história Que era mais ou menos assim:
Eu nasci há dez mil anos atrás e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi cristo ser crucificado O amor nascer e ser assassinado Eu vi as bruxas pegando fogo pra pagarem seus pecados, Eu vi, Eu vi Moisés cruzar o mar vermelho Vi Maomé cair na terra de joelhos Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho Eu vi,
Eu nasci (eu nasci) Há dez mil anos atrás (eu nasci há dez mil anos) E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi as velas se acenderem para o Papa Vi Babilônia ser riscada do mapa Vi conde Drácula sugando o sangue novo e se escondendo atrás da capa Eu vi, Eu vi a arca de Noé cruzar os mares Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares Eu vi Zumbi fugir com os negros pra floresta pro quilombo dos palmares Eu vi,
Eu nasci (eu nasci) Há dez mil anos atrás (eu nasci há dez mil anos) E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi o sangue que corria da montanha quando Hitler chamou toda a Alemanha Vi o soldado que sonhava com a amada numa cama de campanha Eu li, Eu li os simbolos sagrados de Umbanda Eu fui criança pra poder dançar ciranda E, quando todos praguejavam contra o frio, eu fiz a cama na varanda
Eu nasci (eu nasci) Há dez mil anos atrás (eu nasci há dez mil anos atrás) E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais não, não porque
Eu nasci (eu nasci) Há dez mil anos atrás (eu nasci há dez mil anos atrás) E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais Não, não
Eu tava junto com os macacos na caverna Eu bebi vinho com as mulheres na taberna E quando a pedra despencou da ribanceira Eu também quebrei e perna Eu também, Eu fui testemunha do amor de Rapunzel Eu vi a estrela de Davi brilhar no céu E praquele que provar que eu tou mentindo eu tiro o meu chapéu
(eu nasci) Eu nasci (há dez mil anos atrás) Eu nasci há dez mil anos atrás (e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais)